Ah se me desses uma chance
Para dizer-lhe o quanto te amo
Nunca senti algo assim
Será que você gosta de mim?
Quando estou contigo
Me perco na imensidão de seus olhos
E então começo a imaginar
Será que algum dia vais me amar?
Queria que você soubesse
Como borboletas percorrem meu estômago
Quando você se aproxima de mim
Ou então quando você sorri
Seus olhos, seu sorriso, seus lábios, seus cabelos
A se soubesses o quão bonita você é
De frente, de lado, vista de cima, vista de baixo
Não importa, continuas linda
Queria ter coragem de me aproximar
Poderia dizer que sempre te amei e sempre vou te amar
Entregaria todas as cartas que fiz pensando em ti
E finalmente saberia o que você sente por mim.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Nefelibata.
Dizem que vivo nas nuvens
Que estou sempre a sonhar
Dizem que eu devo viver mais o presente
Pensando menos no futuro
Dizem que imagino demais
Amores platônicos que nunca se tornarão reais
Dizem que sou estranha
Por estar sempre viajando em meus pensamentos
Mas eu gosto de ser assim... Nefelibata...
Tem coisa melhor que sonhar?
Posso viajar sem sair do lugar
Conhecer pessoas sem me aproximar
Quando estou a pensar
Entro em um mundo só meu
Em que ninguém além de mim sabe o que se passa
E é ali onde me sinto segura
Longe de todos os perigos do mundo real.
Que estou sempre a sonhar
Dizem que eu devo viver mais o presente
Pensando menos no futuro
Dizem que imagino demais
Amores platônicos que nunca se tornarão reais
Dizem que sou estranha
Por estar sempre viajando em meus pensamentos
Mas eu gosto de ser assim... Nefelibata...
Tem coisa melhor que sonhar?
Posso viajar sem sair do lugar
Conhecer pessoas sem me aproximar
Quando estou a pensar
Entro em um mundo só meu
Em que ninguém além de mim sabe o que se passa
E é ali onde me sinto segura
Longe de todos os perigos do mundo real.
04:26
Tensão. Angústia. Tristeza. Sofrimento.
Isso tudo de um lado. E do outro?
Tudo isso, alegrias, ou simplesmente nada?
É. Nada. Vazio. Zero. Tudo branco. Tudo preto.
Difícil pensar. Imaginar. Impossível acertar. Descobrir.
Que atitude tomar? Ou então apenas 'Let it Be'?
Como diz Kaváfis...A fileira de velas murchas.
É. Só sei que nada sei.
Devaneios escritos em um guardanapo.
"I don’t ever want to believe. I don’t ever want to believe, yeah. That when we die we all leave"
I already miss you, GrandFather.
30 de junho.
Isso tudo de um lado. E do outro?
Tudo isso, alegrias, ou simplesmente nada?
É. Nada. Vazio. Zero. Tudo branco. Tudo preto.
Difícil pensar. Imaginar. Impossível acertar. Descobrir.
Que atitude tomar? Ou então apenas 'Let it Be'?
Como diz Kaváfis...A fileira de velas murchas.
É. Só sei que nada sei.
Devaneios escritos em um guardanapo.
"I don’t ever want to believe. I don’t ever want to believe, yeah. That when we die we all leave"
I already miss you, GrandFather.
30 de junho.
sábado, 5 de junho de 2010
O Distanciar
É como uma estrada
Assim que olho pra trás, percebo
Que os sonhos que eu tinha
Quando criança, estão cada vez mais distantes.
1 segundo. 2 segundos. 3 segundos.
1 passo de distância. 2 passos de distância. 3 passos de distância.
Então eu me dou conta
Que o tempo continua passando.
E eu já não me recordo mais de meus sonhos,
Tão longe eles ficaram...
Por mais que eu queira dar a volta para alcançá-los,
Eu não consigo.
Há uma força que me impede
E uma estranha voz sussurrando "Não olhe pra trás"
Então eu me sento na estrada.
Porque eu já não sei mais o que pensar.
Eu já não sei mais o que fazer.
Eu já não sei mais o que eu sinto.
Eu já não sei mais se eu ainda sinto.
E assim, escuto então uma nova voz...
E essa...
Sussurra que eu cresci.
Assim que olho pra trás, percebo
Que os sonhos que eu tinha
Quando criança, estão cada vez mais distantes.
1 segundo. 2 segundos. 3 segundos.
1 passo de distância. 2 passos de distância. 3 passos de distância.
Então eu me dou conta
Que o tempo continua passando.
E eu já não me recordo mais de meus sonhos,
Tão longe eles ficaram...
Por mais que eu queira dar a volta para alcançá-los,
Eu não consigo.
Há uma força que me impede
E uma estranha voz sussurrando "Não olhe pra trás"
Então eu me sento na estrada.
Porque eu já não sei mais o que pensar.
Eu já não sei mais o que fazer.
Eu já não sei mais o que eu sinto.
Eu já não sei mais se eu ainda sinto.
E assim, escuto então uma nova voz...
E essa...
Sussurra que eu cresci.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
No fundo, bem lá no fundo...
Queria conseguir entender porque a vida é tão complicada.
Queria muito mesmo conseguir entender porque a gente cresce. É, caramba. Por quê?
Não vou dizer que estou triste em crescer, porque eu estaria mentindo se o fizesse. Mas também não posso dizer que estou totalmente feliz. No fundo, bem lá no fundo... eu estou com medo.
Medo de assumir responsabilidades, medo de virar uma adulta e esquecer o quão bom é SER FELIZ. Medo de virar um adulto chato, que só fala nas responsabilidades, e só vive por elas.
Já ouvi dizerem que por mais que a gente cresça todos continuam com uma parte infantil. Mas não é isso que os adultos demonstram, né?!
Podem dizer que eu tenho síndrome de Peter Pan, e na verdade eu realmente acho que tenho.
Tenho medo de mudar. De perder contato com pessoas que hoje são especiais pra mim. Medo de que essas pessoas me esqueçam.
Tenho medo de envelhecer e não ter realizado os meus sonhos. E acabar sendo uma frustrada.
No fundo, bem lá no fundo... eu tenho medo. Medo da vida. Medo da morte.
Queria muito mesmo conseguir entender porque a gente cresce. É, caramba. Por quê?
Não vou dizer que estou triste em crescer, porque eu estaria mentindo se o fizesse. Mas também não posso dizer que estou totalmente feliz. No fundo, bem lá no fundo... eu estou com medo.
Medo de assumir responsabilidades, medo de virar uma adulta e esquecer o quão bom é SER FELIZ. Medo de virar um adulto chato, que só fala nas responsabilidades, e só vive por elas.
Já ouvi dizerem que por mais que a gente cresça todos continuam com uma parte infantil. Mas não é isso que os adultos demonstram, né?!
Podem dizer que eu tenho síndrome de Peter Pan, e na verdade eu realmente acho que tenho.
Tenho medo de mudar. De perder contato com pessoas que hoje são especiais pra mim. Medo de que essas pessoas me esqueçam.
Tenho medo de envelhecer e não ter realizado os meus sonhos. E acabar sendo uma frustrada.
No fundo, bem lá no fundo... eu tenho medo. Medo da vida. Medo da morte.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Some time with you...

Time with you is all i need
Why can't we pass our time together?
Forget the job
Forget the troubles
Just stay…
Here.
Hold me tight! There's so many days that you don’t hold me
I miss it
I miss your attention
I want your cute words
To make me feel better
But… I don’t see you
Where are you?
I need you tonight
We aren’t the same now
And it makes me want to cry
Cause... I want so much you&me like yesterday
Do you remember how we used to have fun
some years ago?
And now...
Come on.
All I need is you by my side
Tonight.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Nostalgia.

Nostalgia... Sentir saudades ao recordar do passado...
Por que o passado nos parece sempre melhor? Quando na verdade, o que deveria ser melhor é o presente?
Nostalgia... Vontade de reviver em um tempo que não voltará.
Por que? Por que tudo passa e muda em um passe de mágica?
Por que os momentos bons tornam-se apenas recordação, quando na verdade gostaríamos que fossem eternos?
Saudades... do tempo de criança, da cachorra que morreu, dos amigos, das brincadeiras, das noites sem dormir por medo dos personagens do filme de terror, das barbies, da casinha de bonecas, do medo de águas-vivas, da raiva de ir mal na prova da escola, da ansiedade em saber que logo seria lançado mais um livro do Harry Potter, da felicidade ao abrir o presente e ver o livro, da tristeza ao saber que o livro chegou ao fim, da emoção ao sair do cinema e dizer "O livro é bem melhor!", do tempo em que eu pensava que um dia conseguiria voar...
Nostalgia... do tempo em que eu achava que era uma princesa, e que um dia encontraria o meu príncipe e viveríamos felizes para sempre.
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